Temos vivido, no decorrer da história, um grande boom de informações e avanço tecnológico. Quem acompanhou o final da década de 90 e início do anos 2000 com o pânico gerado pelo bug do milênio com o medo dos sistemas de computadores não registrarem o 00 da nova década e causar uma estagnação e caos mundiais, começou a sentir o que a tecnologia causava e ainda causa de espanto na sociedade. Hoje, na era da inteligência artificial, das novas profissões e comunicações parece absurdo, hilário, porém, real que estamos ainda acanhados com o advento, veloz, dessas novas tecnologias e por consequência, da nova educação e economia.

Toda essa transformação requer de nós, consumidores, estudantes, professores e profissionais, uma nova postura em relação às novas redes. Postura essa para lidar e crescer junto às novas tecnologias e não a mercê delas. Novas habilidades e competências estão sendo requeridas para vivenciar a transformação da sociedade em todos os âmbitos. Essas habilidades, que chamamos de habilidades 4.0, estimulam a todos a pensar fora da caixa, a estimular a criatividade, a inovação, a inteligência emocional e o uso tecnológico positivo desde a escola e isso não é novo, apenas se tornou uma necessidade mais latente no mundo de agora.

O conceito da educação das múltiplas inteligências para formar um cidadão mais integral para o futuro já era pincelado por Edgar Morin em “Os sete saberes necessários à educação do futuro” (2003) e Paulo Freire em sua aprendizagem significativa estimulando a visão de mundo do participante e o ensino prático e significativo para além da sala de aula (1992). A educação 4.0 visa formar a população em um ensino prático, significativo, com impacto social e que estimule o protagonismo das pessoas. Existem diversas técnicas, conceitos, estudos na área que buscam formar a pessoa para essa nova era de inovação e da economia.

Por isso, sempre fica a dúvida de como aplicar e trabalhar a educação 4.0, a tecnologia e suas aplicações em seu ambiente de trabalho, seja você um gestor (a) educacional ou corporativo, professor (a) ou simplesmente, alguém que deseja se aperfeiçoar nessa nova era digital para desenvolver suas habilidades e competências de futuro.  Eis alguns exemplos de práticas para trabalhar a educação 4.0 e desenvolver habilidades de futuro:

  1. Sala de aula invertida: Um método que utiliza algum recurso multimídia como vídeo, hipertexto ou um conteúdo todo online passado de forma prévia para seu público. Em um encontro presencial o mediador (a) aplica todo o conteúdo visto online de forma prática e a partir das descobertas dos participantes quando interagiram no ciberespaço.
  2. Games: A arte dos jogos desenvolve muitas competências e habilidades em participantes de todas as idades. Jogos de tabuleiro, jogos de lógica ou jogos digitais quando bem direcionados ajudam a desenvolver várias habilidades em grupos.
  3. Ensino híbrido: O uso de plataformas virtuais de aprendizagem ou AVA’s (Ambientes Virtuais de Aprendizagem) são ainda pouco explorados e possibilitam uma interação em qualquer lugar que o participante esteja, acesso a um conteúdo interativo que o permite muitas percepções e navegação pelo conteúdo através dos link’s, vídeos, multimídias e etc; O ensino híbrido (semipresencial) dar a possibilidade de um treinamento de participantes de forma virtual e ao mesmo tempo presencial utilizando métodos como a sala de aula invertida para fixar o conteúdo visto de forma prévia online.
  • Aprendizagem por desafios ou por projetos: Esse método permite uma abordagem prática, direcionada e seguindo as visões dos participantes sobre as melhorias que podem enxergar no ambiente onde atuam ou estão inseridos, estimulando que criem propostas de trabalho, ações e projetos que usem diferentes recursos para fomentar tal mudança ou estimular o intraempreendedorismo e até mesmo, a criação de novos negócios pautados na inovação e sustentabilidade.

Esses são apenas alguns exemplos pautados na educação 4.0 e nas metodologias ativas de aprendizagem para o desenvolvimento de novas competências de futuro. Nós do Social Brasilis acreditamos que a era digital já começou e boa parte da nossa população ainda não consegue converter toda a informação que tem acesso online em conhecimento significativo, mesmo estando 9h online por dia e como nação, o Brasil ser o 4º país mais conectado do mundo, porém, nosso índice de penetração digital é considerado insipiente, ou seja, nossa população não usa ferramentas virtuais de forma eficaz, não produz conteúdo, não se coloca virtualmente e tem pouca noção de segurança WEB.

Por isso, existimos enquanto negócio de impacto social. Vamos juntos descobrir o que a educação 4.0 nos reserva! Assine nossa newsletter e aompanhe nossas ações. Clique aqui agora!

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