Em nossa História e evolução como populações do globo fomos marcados por três grandes eras ou ondas do conhecimento: a era da agricultura, a era industrial e a atual era digital ou da informação (Brasil Escola, 2019 – aqui).

Essas eras significam os esforços gerados em cada época para gerar renda e valor para suas populações. Cada uma é marcada por suas próprias características, cultura e modos específicos que caracterizam as gerações que as viveram e construíram a evolução para as eras futuras.

A era da agricultura marcada pelo trabalho da terra, pelo cultivo. A era industrial que traz a revolução das máquinas fabris, a operacionalização do trabalho, a repetição e a disciplina das fábricas, trazendo com isso uma alternativa à renda familiar de forma diversificada para a população operária da época. Já a atual era, a era digital, a que vivemos hoje já dava seus sinais desde a década de 70 e caminhou, evoluiu e foi além do fenômeno mundial da internet, da rede de computadores e dos softwares, mas nos últimos anos tem vivido os conceitos da automação, da inteligência artificial, da robótica e dos dados, além de outros avanços.

A era digital, apesar de recente, já movimenta um milionário mercado e a colocação digital por todos os agentes produtivos passa a não ser mais um fator facultativo no atual momento. Entretanto, essa representação ainda não é positiva. Apesar do avanço tecnológico, nossa população ainda não se colocou positivamente frente ao uso das mídias digitais, da comunicação WEB, da construção de conteúdos e do uso da tecnologia digital para impulsionar negócios, a educação e o mundo do trabalho, garantindo mais produtividade.

O brasileiro passa uma média de 9h online por dia, porém, nosso índice de penetração digital é considerado insipiente, estando como 20º no ranking mundial e sendo o 4º país mais conectado do mundo na mesma escala (GOOGLE, 2019). Nessas nove horas de conexão/dia o que a maioria da nossa população faz online?

Open Space 2019 – Social Brasilis

Em um futuro muito próximo deixarão de existir muitos postos de trabalho e assim novas formas de trabalho passarão a existir também. Não podemos prever essas mudanças, tal pouco construir um caminho óbvio de formação e treinamento para elas, principalmente, para a juventude que ainda está dentro das escolas e universidades, mas sabemos que essa transformação, seja ela como for, é certa. A nova economia está batendo à porta e ela está centrada nas pessoas, na oferta de serviços inovadores e na economia criativa onde serviços tradicionais como brechós, revendedores de cosméticos, maquiadores e lojas ganham outra roupagem, virtual e interativa de se fazer negócios. Porém, nem todo mundo fez essa transição e nem ao menos sabe como se colocar online e expandir suas vendas ou criar, quem sabe, uma nova profissão. Para a maior parte da população brasileira às 9h conectados por dia não vão além da visualização de feeds e do compartilhamento incorreto de informações de fontes duvidosas, o que gera uma desinformação, colapsos na economia pela falta de produtividade e de ações mais concretas.

Se a população brasileira começar a desenvolver competências 4.0 e digitais em um processo educacional e interativo temos como incluir mais de 70 milhões de reais ao PIB nacional apenas ensinando as pessoas, principalmente da base da pirâmide, ao acesso positivo e uso das mídias digitais e sociais de forma produtiva e significativa (GOOGLE, 2019).

O Social Brasilis já atua nessa área de impacto social desenvolvendo tecnologias educacionais que estimulam pessoas para o futuro das coisas e para desenvolver métricas de desenvolvimento social e econômico através da vivência de programas educacionais que desenvolvam habilidades 4.0 e digitais nas pessoas.

Nossa nova tecnologia de escala já está sendo desenvolvida para levar formação e desenvolvimento de habilidades do futuro e digitais para todo o país através de um processo educacional em formato de game virtual em uma plataforma virtual de aprendizagem, com desafios reais que estimulam desde jovens e adultos a inovação, sustentabilidade e ao impacto social através de ideias que podem tornar instituições e cidades mais inteligentes e sustentáveis.

Se você é um gestor (a) educacional, gestor (a) em uma fundação, na iniciativa privada ou no setor público, e deseja desenvolver métricas de inclusão social, econômica e digital em sua instituição e cidade, fale conosco e conheça mais sobre nossas ações.

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